Os muros amarelados cheiravam á podre pelo que ali pregado estava. Os postes solitários, em meio da noite escura, contrastava com o verde do escuro da mata.
E qualquer um, leitor de Lovecraft, no mesmo estante, ali no escuro, na mata virgem, se não admitisse que se sentira em casa, mentia! Como se maníacos escolhessem a escuridão.
Quem dera...
