A merda descriminada que é, logo, por ser pior que resto, é agora dona de um sentido de transformação. Ela transforma-se e gera Vida(interprete Vida pensando como o próprio conhecimento, principalmente).
Nós, O HOMEM, somos que nem a merda. Somos merda enquanto somos, e temos, infinitamente, o sentido natural de gerar "Vida". No entanto, em toda tese algo diferente padece.
Existe Indivíduos, Humanos, que se contrapõem a sua própria natureza. E na forma mais chula de colocar-me, simplesmente, cagam e andam: merda fazendo merda.
Nasce como merda, recusa-se a transformar-se para seu bem e um maior e morre como uma simples e descriminada por todos: merda.
(Aristóteles)

