As ruas já não são mais as mesmas á cada passo. As transformações acontecem a cada caída. De decadência. Um simples verme andando entre vielas.
De noite, o sol esconde-se atrás da lua cinza que brilha, e brilha tão forte... como se fosse lampada de poucos trocados. Grande lua, vigilante noturna que nunca apaga, só se esconde nas matas do universo.
A vida é uma maldição sem fim: vive-se pra morrer, e morre-se pra que tal maldição acabe. Não existe solução. A própria imortalidade não seria de boa escolha por ser, também como todas as outras irmãs, maldição perene.
A morte é o retorno pra vida. Pra vida sem maldições.

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