Melancolia, mal de quem pensa.
E voa em mistério, avançando sem normas,
Sem licença,
Sem nada.
E na minha normalidade, pego-me pensando
No sentido da vida.
No sentido da existência em meio
Ao vazio imenso.
Todavia, para quê?
Vivo enquanto sinto,
E enquanto sinto penso.
Mesmo sabendo que o vazio em meu pensamento,
Trará sempre a realidade de uma existência crua.
Melancolia, cruz de quem pensa.
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