Todo o percurso o desgastara.
Se fosse espontâneo, todos o reprimia, por sua cruz ser quem
não era de verdade,
então vestia o véu de seu disfarce
e, permanecendo triste disfarçava, só sorria.
Suas lágrimas não eram de tristeza,
mas sim de alegria... quem dera.
Quem diria ao contrário, se o infeliz do
pobre homem, vítima, permanecendo se escondia em seus pensamentos?
Sua vida era a mentira,
Mas por dentro era verdade.
E lá no fundo, em seu mundo, ele
facilmente, só, ria.
Toda via, corrompido por todos
os pesos que o esmagavam
e toda a repressão que o
atormentava, simplesmente
pegava sua máscara e quando
desentendido ficava, desacreditado, só a colocava e sorria.
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