No início era turvo
Mesmo turvo era dia
Na cabeça quente se ardia
Era nada, era tudo.
E no fundo do submundo
O que era era turvo, era dia
E do escuro que não vinha nada
Agora algo saia.
Nuance de preta-cor-púrpura
Algo mais se aproximava
Do fundo com ardor se puxava
Algo que eu mais reprimia.
E na chama do armor ardente
Ao lembrar se fez presente
Não era poesia, nem poema,
Pelo tema, era elegia.
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